Terreno municipal localizado na região central foi visitado pela reportagem e apresenta baixa iluminação, muro de pequena altura e ausência visível de mecanismos de proteção; situação levanta questionamentos sobre segurança, cronograma e conservação do espaço público.
Uma visita realizada ao espaço apontado como futura instalação do Centro TEA de Diadema revelou condições que chamam atenção pela falta de iluminação e pela vulnerabilidade do terreno. Durante o período noturno, foi possível observar que o imóvel permanece praticamente às escuras, apesar de estar localizado em uma área central da cidade e de pertencer ao poder público municipal.
No local, a ausência de iluminação adequada torna difícil visualizar boa parte do terreno e das estruturas existentes. Também foi observado que o muro possui altura relativamente baixa e não há, aparentemente, vigilância permanente ou outro mecanismo visível de controle de acesso. A situação pode facilitar a entrada de pessoas não autorizadas, além de aumentar a sensação de insegurança para quem circula pelas proximidades durante a noite.
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A preocupação se torna ainda maior pelo fato de o espaço estar relacionado a um equipamento anunciado para atendimento de pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA) e suas famílias. Um projeto dessa natureza envolve não apenas a execução física da obra, mas também planejamento, acessibilidade, segurança patrimonial e condições adequadas no entorno durante todas as etapas de implantação.
A situação observada também levanta questionamentos sobre o estágio atual das intervenções. Entre as informações que precisam ser esclarecidas estão o cronograma oficial da obra, o valor total previsto, a empresa responsável pela execução, o prazo de conclusão, os serviços que serão oferecidos no futuro Centro TEA e quais medidas estão sendo adotadas atualmente para preservar o terreno e impedir acessos indevidos.
Outro ponto que merece atenção é a conservação de imóveis públicos durante períodos de obras ou paralisações. Espaços sem iluminação, segurança ou utilização regular podem se transformar em áreas vulneráveis a invasões, depredações e outras ocorrências. Além do risco ao patrimônio municipal, a ausência de manutenção pode afetar diretamente os moradores e comerciantes localizados no entorno.
A reportagem considera fundamental que a Prefeitura de Diadema esclareça a atual situação do projeto e informe à população quando o equipamento deverá ser efetivamente entregue. Também é necessário explicar quais providências serão tomadas para garantir iluminação, proteção do terreno e segurança enquanto as obras não forem concluídas. O espaço permanece aberto para manifestação da Prefeitura de Diadema e dos órgãos municipais responsáveis pelo projeto.
Informações solicitadas ao poder público: estágio atual da obra; valor do investimento; origem dos recursos; empresa contratada; cronograma de execução; previsão de entrega; estrutura prevista para atendimento das pessoas com TEA; medidas de segurança e iluminação do imóvel durante a execução do projeto.
Apuração: visita e registro realizado no local.



















































